sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Lista casos de Atletas Presos que voltaram ao Esporte

Depois de oito anos preso por ser coautor em um homicídio, o ex-zagueiro Chicão, do Botafogo de Ribeirão Preto, vai poder voltar ao futebol. Em reportagem exclusiva do LANCENET! desta quarta-feira, o antigo jogador do time paulista revelou que gostaria de voltar a atuar pelo clube que o projetou.

A história do jogador, que depois de ficar um tempo preso quer recuperar a sua carreira de jogador de futebol, lembra outros casos famosos no esporte. Casos de grandes atletas que acabaram tendo problemas com a justiça e, depois de cumprirem as suas devidas penas, deslumbram novas chances em suas modalidades. Cinco deles foram listados pelo LANCENET!, e você confere abaixo:

Mike Tyson (Boxe) De todos os casos de problemas judiciais no esporte, Myke Tyson é o mais famoso deles. Depois de ser campeão mundial de boxe na categoria dos pesos pesados e ter mais de 50 vitórias como lutador, começou a colecionar confusões fora dos ringues. Em 1992, o boxeador foi condenado pela justiça americana por estuprar a modelo Desiree Washington. Ficou preso por três anos, antes de ser liberado por bom comportamento. Em 2003, novo problema: flagrado dirigindo embriagado e portar cocaína, foi condenado novamente, mas desta vez pagou fiança e respondeu o processo em liberdade.

Edinho (Futebol)Filho de Pelé, o goleiro do Santos também chamou a atenção por problemas extra-campo. Em 1992, ele matou um motoqueiro enquanto disputava um racha. Foi condenado por seis anos, e conseguiu a anulação da pena. Em 2005, Edinho foi condenado novamente. Dessa vez, por suposta ligação com traficantes.

Michael Vick (Futebol Americano)Jogador do time de futebol americano, Atlanta Falcons, Michael Vick foi condenado em 2007 por orquestrar lutas de cães, prática que ele exercia há cinco anos. Ficou preso por 21 meses, seguido de dois meses de prisão domiciliar. Na cadeia, teve seu contrato com a NFL e todos os seus patrocinadores rescindido, chegando a alegar até uma falência, em 2008. Sem espaço no Atlanta, voltou a jogar pelo Philadelphia Eagles, no início da temporada de 2009.

Marion Jones (Atletismo)Depois de conquistar três medalhas de ouro nos 100 metros rasos, 200 metros rasos e revezamento 4x100m, além de duas medalhas de bronze no salto em distância e no revezamento 4x400m nas Olimpíadas de Sydnei, Marion Jones confessoou, em 2007, ter participado das competições sob efeito de esteróides anabolizantes. Punida com dois anos de suspensão e obrigada a devolver as medalhas, anunciou o encerramento de sua carreira. No entanto, uma nova apuração realizada em 2008 descobriu que a atleta tinha mentido sobre o seu doping. Resultado: seis meses numa prisão, por ter cometido dois delitos de falso testemunho, em duas investigações federais, a uma rede de tráfico e administração de doping e a um esquema de fraude bancária. Banida do atletismo, estreou em maio deste ano como jogadora de basquete pelo Tulsa Shock, time da WNBA.

Hernande (Futebol)Tricampeão carioca com o Vasco (1992, 1993 e 1994), Hernande teve a sua carreira interrompida por um acidente de carro em 1994, que matou três pessoas, resultou na sua prisão por três anos. Destes, o atleta cumpriu apenas três e conseguiu ficar o restante no regime semi-aberto. Em 2001, foi contratado pelo Botafogo com o propósito de retomar a sua carreira. Ele podia treinar e jogar pelo clube, mas tinha que retornar à prisão para dormir e só tinha condições de viajar para fora do Rio mediante autorização da Justiça. Atuou ainda por Teresópolis Futebol Clube, Volta Redonda e Silva Jardim, da Segunda Divisão carioca.

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